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Nossa tese

Crédito para as empresas que o sistema não enxerga

Faltam R$ 2,5 trilhões de crédito às pequenas e médias empresas do Brasil. Não porque o dinheiro não existe, mas porque o sistema não sabe ler quem é bom pagador. A Delend usa inteligência artificial pra mudar isso.

O problema não é falta de dinheiro

O crédito existe, mas o sistema financeiro não distingue quem é risco de verdade de quem só não conseguiu provar o próprio potencial. Empresas boas ficam de fora por não caberem nos modelos tradicionais, feitos de dado cadastral e garantia.

O sistema está lendo os sinais errados

  • Cada duplicata conta uma história: valor, prazo, quem comprou, quem vendeu e o desfecho (pagou em dia, atrasou ou não pagou).
  • A Delend treina modelos de IA pra ler essa linguagem transacional e prever o pagamento, do mesmo jeito que um modelo de linguagem entende texto.
  • Em vez de olhar só quem vende, a Delend avalia o comportamento real de quem vai pagar.

Três coisas que o modelo nos ensinou

01

Cautela é virtude

Em crédito, errar para o lado da cautela compensa. O modelo tende a superestimar o atraso, e é assim que ele protege quem vende.

02

Qualidade acima de tamanho

Não é o modelo maior que decide melhor. Inteligência de ponta depende mais da qualidade dos dados do que do tamanho do modelo.

03

Pouco histórico já diz muito

Mesmo empresas com pouca história de crédito já mostram sinais que permitem uma boa previsão de pagamento.

A escala por trás de cada decisão

R$ 2,5 tri

de crédito não atendido, só entre as pequenas empresas do Brasil.

+30 milhões

de títulos de PMEs usados para treinar o modelo de previsão.

R$ 80 bi

em valor de face nesses títulos, a base do aprendizado da IA.

A duplicata escritural (Lei 13.775/2018) tornou esses registros disponíveis; a IA aprende com eles e com o Open Finance.

Crédito não é sobre ter mais dinheiro, é sobre ler melhor quem paga. Quando a IA aprende a linguagem transacional das duplicatas, as boas empresas que ficavam invisíveis passam a ter o crédito que sempre mereceram.